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Conheça dez fatos curiosos ou bizarros sobre a Internet

Peso da Internet, Gmail do Garfield e número de spams são alguns dos fatos curiosos
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Conheça dez fatos curiosos ou bizarros sobre a Internet

A Internet é cercada de mistérios, curiosidades, fatos divertidos e até mesmo bizarros. Apesar de ser conhecida por ter respostas acessíveis a qualquer dúvida, algumas informações sobre a rede mundial de computadores não são populares. Entre essas características, estão o motivo da criação da webcam, a troca de nomes do Twitter e os guardiões das chaves da Internet.

Histórias como essas fazem parte da trajetória da web ao longo dos 49 anos de existência. Veja, na lista abaixo, mais informações pouco conhecidas sobre a tecnologia que revolucionou a forma de se comunicar.

1. Internet tem o mesmo peso de um morango

O cálculo sobre o peso da Internet foi feit pelo pesquisador Russell Seitz, em 2006. A conta é baseada na quantidade de elétrons (ou eletricidade de um átomo) movimentados devido ao envio e recebimento de dados. Apesar da quantidade absurda de energia, ao levar em consideração servidores e computadores no geral, o peso total da rede seria de apenas 50 gramas, o equivalente a um morango. Isso porque os elétrons têm um peso ínfimo, muito próximo do zero.

A quantidade de energia gasta é estimada em 40 bilhões de watts, o que equivale a 50 milhões de cavalos de potência. A título de comparação, alguns carros de Fórmula 1 chegam a ter mil cavalos.

2. Spams dominam a Internet

Cerca de 240 milhões de e-mails são enviados por minuto e cada um consome por volta de 2 bilhões de elétrons. No entanto, 81% deles são spams. Ou seja, são estratégias maliciosas com o objetivo de roubar dados online.

O termo spam tem diversas origens. Uma delas aponta para um famoso esquete do grupo de humor britânico Monty Python, que teria se popularizado no começo dos anos 90 como uma piada interna no serviço Usenet. A brincadeira seria resultado de um erro: 200 mensagens iguais enviadas em um dos fóruns da empresa.

3. Webcam nasceu para vigiar uma cafeteira

O objetivo da câmera era vigiar o café. Foi assim que, em 1991, surgiu a webcam. O equipamento foi instalado no laboratório de Computação da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, com a intenção de transmitir as imagens na rede interna. Assim, era possível saber se ainda tinha café na jarra sem precisar sair do lugar.

Com o desenvolvimento da World Wide Web (sigla em inglês para rede mundial de computadores) e a possibilidade de difundir imagens, a partir de 1993, a câmera passou também a ficar conectada via Internet para qualquer pessoa do mundo assistir. Infelizmente, o serviço foi encerrado em 2001.

4. Twitter já teve outro nome

A estreia do serviço de microblogs Twitter foi feita por Jack Dorsey, um dos fundadores da empresa. A mensagem escrita no dia 21 de março de 2006 dizia: “Apenas configurando meu twttr”. Pode parecer um erro de digitação, mas não é. No início das operações, o serviço realmente se chamava “Twttr”, pois o domínio “twitter.com” já estava em uso e eles preferiram esperar alguns meses antes de comprá-lo.

5. Primeiro site da história ainda está no ar

O pesquisador da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) Tim Berners Lee criou o primeiro site da história da Internet em dezembro de 1990, quando trabalhava na entidade. Até hoje o link ainda funciona. O “info.cern.ch” contém informações sobre o funcionamento da rede, com explicação de detalhes técnicos e funcionalidades, além de contar a história do projeto. Tudo isso na interface HTML clássica, ou seja, apenas textos e links.

6. Gmail era do Garfield

Um dos serviços de e-mail mais utilizados, o Gmail era ligado ao Garfield, o gato laranja que ama lasanha e odeia segundas-feiras. A partir de 1998, fãs do personagem podiam criar o próprio endereço virtual no Garfield Mail, ou G-mail para abreviar.

A ideia mudou no dia 1º de abril de 2004, quando a empresa de tecnologia anunciou seu novo serviço de e-mails e, desde então, o Gmail passou a ser associado ao Google. Mas, diferente de vários rumores, o criador do personagem, Jim Davis, jamais foi dono do domínio “gmail.com”.

7. Bibliotecária criou o termo surfar na internet

O termo “surfar” não está mais “na crista da onda”. A expressão como sinônimo de usar a Internet caiu em desuso, mas há um motivo para ela ter se popularizado nos anos 90. Em 1992, a mestre em Biblioteconomia Jean Armour Polly escreveu um artigo para a Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, com o título “Surfando na Internet”. Nele, ela descrevia a própria experiência com a, então, nova ferramenta.

De acordo com Jeana, a ideia era usar uma metáfora simples para simbolizar a diversão de explorar a web, mas também o caos, a aleatoriedade e até os perigos por trás dela. Desde então, ela passou a escrever livros infantis sobre o assunto e ficou conhecida como Net-Mom (ou “Net-Mamãe”).

8. Emoticon nasceu para evitar desentendimentos

Conversar por meio de emoticons (e, principalmente, sua variação emoji) é hoje a forma mais moderna de comunicação. Entretanto, essa maneira de se expressar virtualmente começou graças ao professor Scott Fahlman, da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, em 1982.

O acadêmico participava de um grupo online de colegas do departamento de Física da instituição. Uma piada postada no grupo foi equivocadamente interpretada como verdade e causou alguns problemas. Então, Fahlman propôs usar o sinal “:-)” em situações de ironia e piada, e o sinal “:-(” para assuntos mais sérios.

9. Bots já são maioria

A maior parte do tráfego de informações na rede mundial de computadores é feita por robôs, segundo um relatório da empresa de tecnologia Incapsula. De acordo com dados de 2016, cerca de 52% dos acessos em sites são feitos por bots, contra 48% dos humanos.

O estudo, porém, faz distinção entre bots “bons” e “ruins”. Os “bons” são ligados a buscadores e a serviços de indexação e monitoramento com o objetivo de aprimorar a performance dos sites. Eles representam 23% do total dos acessos. Já os “ruins” são relacionados a hackers, responsáveis por ataques de DDOS, serviços que simulam acessos para ganhar visualizações artificialmente e, claro, robôs que interagem em redes sociais. Estes contabilizam 29% do tráfego.

10. As sete chaves que protegem a Internet

Toda a Internet é controlada pela Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN, sigla em inglês) desde 1998. Esta é uma organização sem fins lucrativos ligada ao governo estadunidense, encarregada da regulação de domínios e IPs ao redor do mundo. Com tanto poder em mãos, é natural que a ICANN seja alvo de hackers como aconteceu em 2014.

Para se proteger de uma possível invasão, existem sete chaves secretas que juntas permitem ter acesso ao banco de dados da instituição. Dessa forma, é possível restaurar o sistema em caso de qualquer violação. As chaves são guardadas por 14 pessoas que vivem em diferentes lugares do mundo. Essa distância é proposital para evitar a permanência delas em único país e assim, dificultar qualquer roubo.

Para manter o controle das chaves é realizada uma cerimônia a cada três meses para averiguação. Todo o procedimento é feito em uma sala de segurança máxima localizada nos escritórios da ICANN, em Los Angeles, e em Culpeper, na Virginia, onde apenas algumas pessoas podem entrar.


Fonte: TecTudo

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